Buscapé

terça-feira, 16 de julho de 2013

Niver da 4 anos da Ysabella



Minha filha esta muito gatinha


Minhas princesas Yasmin e Ysabella


Minha filhota Ysabella estava muito feliz nesse dia

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Como ter uma família feliz


13 dicas para ter uma família unida e feliz - com harmonia entre pai, mãe, filhos e até vizinhos

Não é fácil lidar com as questões de uma grande família. Mas é perfeitamente possível achar o equilíbrio. ''Devemos aprender a escutar o outro. Quanto mais pessoas convivem na mesma casa, maior a possibilidade de conflitos. E conversar é a melhor maneira de resolvê-los''. Veja a seguir 13 dicas para solucionar as saias-justas de uma grande família. 

1. Meus filhos e meu marido dizem que sou mandona 
Pode ser que você seja controladora, mas também pode ser que eles forcem você a se comportar assim. Talvez você esteja apenas cobrando o cumprimento de algumas regras, e sua família a acuse injustamente. Descubra se é isso que está acontecendo. Se for, deixe claro que, para você mudar, é necessário que eles mudem também. 

2. Tenho ciúme das namoradas do meu filho 
Esse incômodo tem uma razão: de repente, a mãe percebe que terá de dividir o filho com outra mulher. Mas não se culpe tanto. Assim como Nenê, muitas mães têm esse sentimento quando os filhos começam a namorar. Seja receptiva, mas não invada a intimidade do seu filho. Coloque-se no papel de ouvinte para ajudar o jovem. E saiba que você sempre terá um lugar muito especial no coração dele.

3. Meu genro vive pedindo dinheiro emprestado 
Para deixar de ser o alvo do pidão, basta aprender a dizer não. A sinceridade é o melhor caminho para dar um basta nessa situação constrangedora. Você deve colocar limites sendo objetiva, sem se exaltar. E não vale desqualificar seu genro, acusando-o de ser folgado. Tente mostrar que é papel dele sustentar a nova família. 

4. Meu genro e minha filha estão desempregados 
Nesse caso, sua atitude vai depender de como o casal quer ser ajudado. Você pode contribuir pagando algumas despesas ou recebendo-os em casa por um tempo. Pode ainda ajudá-los a encontrar um novo emprego, ficando atenta a oportunidades ou conversando com amigos que possam indicar alguma vaga. Não os recrimine. 

5. Meu filhinho vai ser papai 
Regra número 1: nada de acusações - nem contra seu filho, nem contra a garota. Não fique dizendo que ela deu o golpe da barriga. Não importa a situação em que ocorreu a gravidez: seu filho é tão responsável quanto ela. Incentive-o a assumir essa responsabilidade, arrumar um emprego e contribuir com as despesas do bebê. Mas não o force a se casar apenas pela gravidez. 

6. Meu filho não toma rumo 
Para a psicopedagoga Yara Prates, os filhos devem aprender, desde a infância, a ter responsabilidade com a própria vida. Num caso como o do Tuco, corte mordomias e imponha regras de adulto. Se seu filho não quer estudar, ele deve procurar um emprego. 

7. Minha filha casou, mas não saiu de casa 
Se essa situação incomoda você, está na hora de ter uma conversa com ela. ''Ela vai ficar chateada, sim. Mas é melhor resolver esse problema antes que você se sinta desrespeitada em sua própria casa'', alerta a terapeura Renata Lommez. Deixe claro que sua casa estará sempre aberta, mas que todo casal precisa de privacidade. 

8. Minha filha diz que eu controlo a educação do meu neto 
Será que você, assim como Nenê, merece um puxão de orelha? Procure não interferir na criação do seu neto. Ser mais experiente não é desculpa para ter o controle. Confie na sua filha e nos ensinamentos que você passou a ela. 

9. Meus vizinhos são intrometidos 
Você sempre quer agradar seus vizinhos e ser vista como uma pessoa receptiva? Então, esse entra-e-sai na sua casa pode ser culpa sua. Seja honesta e chame a vizinha para uma conversa. Explique, com carinho, que você precisa de mais privacidade. Se ela for sua amiga, vai entender. 

10. Não tenho espaço na minha própria casa 
A privacidade diminui conforme os filhos crescem. Se você mora com outros parentes, a situação pode ser ainda mais delicada. Aprenda a pôr limites. Que tal estabelecer que o seu quarto é um território proibido? Deixe claro que quando você estiver lá dentro, com a porta fechada, é porque quer ficar completamente sozinha. 

11. Meu marido diz que mimo demais nossos filhos 
Segundo a terapeuta Elizabeth Polity, querer agradar os filhos é normal. ''Porém, quando a mãe não respeita as regras que o pai impõe aos filhos, é melhor mudar de atitude. Nesses casos, além de estragar o jovem, ela ainda tira a autoridade do pai.'' 

12. Meu marido está sem emprego 
Lidar com essa situação não é fácil, ainda mais se o salário dele for a única fonte de renda. Esse não é um momento para discutir, mas para ajudá-lo. ''É preciso encontrar uma maneira de dar força. Nenê apóia Lineu, mesmo que ache a situação estranha'', conta Marieta Severo. Ajude seu marido a encontrar um novo emprego. Ou contribua para as despesas da casa, fazendo doces ou vendendo cosméticos, por exemplo. O importante, nessa hora, é ser parceira. 

13. Meu marido está frustrado porque vai se aposentar 
Mostre-se companheira. É comum que ele fique deprimido e se ache inútil. Para fazê-lo se sentir importante, estimule-o a descobrir uma atividade que dê prazer. Convide-o para algum tipo de parceria com você. Pode ser desde caminhadas matinais pelo bairro até um pequeno comércio na garagem. Dê tarefas a ele: trocar lâmpadas, desentupir ralos, pintar a casa, consertar a lavadora... Uma atividade por semana, planejando todo o mês.




quarta-feira, 19 de junho de 2013

(18/06/2013) 8 anos de Yasmin

Ontem minha princesinha Yasmin completou mais um anos de vida, já esta ficando uma moçinha linda...
Eu a amo D+

Fiz para ela um pequeno lanchinho na escola com seus amiguinhos e sua irmã Ysabella, ela adorou pois estava radiante de felicidade...











quarta-feira, 5 de junho de 2013

Niver de 7 anos da Yasmin


Minha Barbie linda


Cheia de posse


Nois dois amamos muito nossa filhota


Familia completa


Minhas razão de viver
Yasmin e Ysabella

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Niver das minhas filhas 2011


Yasmin estava completando 6 aninhos e Ysabella 3 aninhos


Eu e minha família estavamos muito feliz neste dia, de muita festa e alegria
Eu, Ysabella, Yasmin e minha esposa Franciane

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Dia internacional das Famílias


A celebração do dia Internacional da Família visa, entre outros objetivos, destacar:
  • A importância da família na estrutura do núcleo familiar e o seu relevo na base da educação infantil;
  • Reforçar a mensagem de união, amor, respeito e compreensão necessárias para o bom relacionamento de todos os elementos que compõem a família;
  • Chamar a atenção da população para a importância da família como núcleo vital da sociedade e para seus direitos e responsabilidades desta;
  • Sensibilizar e promover o conhecimento relacionado com as questões sociais, económicas e demográficas que afetam a família.
O primeiro Dia Internacional da Família foi celebrado em 1994.


O dia da família é uma data internacionalmente conhecida, comemorada em 15 de maio, desde 1994. Nesta data, a ONU (Organização das Nações Unidas) celebrou o ano internacional da família, através do tema “Família, Capacidades e Responsabilidades num Mundo em Transformação”.
A família é composta por pessoas ligadas através de laços sanguíneos, constituída por todos os parentescos, como pais, avós, tios, primos, netos, sobrinhos, dentre outros.
Antigamente as famílias eram patriarcais, se apresentavam com um núcleo composto por marido, mulher e filhos. Os pais eram muito distantes dos filhos, quase não conversavam com os mesmos e eram tidos como os chefes das famílias, tendo que ser respeitados por todos. Era um tempo muito severo.
Hoje em dia as famílias se transformaram muito, em razão das mudanças socioculturais, econômicas e religiosas. Os fatores que mais influenciaram na transformação das famílias foram as modernidades, as conquistas da mulher no mercado de trabalho. As mulheres não se encontram mais dependentes dos maridos, conseguem se manter financeiramente e por isso o número de divórcios aumentou muito nos últimos anos.
Nesta data é importante que as pessoas revejam seus conceitos sobre família, assim como os papéis de cada um dentro dessa, pois temos visto problemas familiares sérios, em razão das pessoas casarem e não assumirem suas responsabilidades dentro do lar. São homens que priorizam outras atividades e deixam mulheres e filhos sozinhos em casa, assim como mulheres que não querem assumir o papel de esposa, tomando as responsabilidades da casa, mesmo trabalhando fora.
É muito importante a vida em família, pois as pessoas necessitam umas das outras. Além disso, compartilhar momentos de afetividade com os parentes só faz bem para as pessoas, traz proximidade, calor humano, harmonia, amor, carinho, sentimentos que as pessoas precisam para serem felizes.
Segundo pesquisas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nos últimos anos aconteceu uma mudança brusca no perfil das famílias, hoje os casais têm apenas um ou dois filhos.
No Brasil, a data é comemorada no dia oito de dezembro, criada em 1963, pelo presidente João Goulart.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Auxílio psicológico pode ser valioso





Se acontecer o pior e as relações familiares se tornarem insustentáveis, o melhor a fazer é parar, refletir e cada um tentar se perceber dentro daquele contexto. A partir daí, olhar o outro além de si mesmo e, claro, conversar.

Muitas vezes, a solução está na nossa frente – mas não queremos encará-la porque o processo pode ser doloroso. Caso o diálogo não ajude, talvez seja o caso de procurar auxílio profissional, com a intermediação de um terapeuta de família. “A psicanálise considera que o psiquismo é constituído pelas relações familiares. Assim, a nossa ‘novela familiar’ é que determinará as nossas emoções, nossos sentimentos, a estrutura de caráter do nosso ego.

Se a criança tiver um lar equilibrado, irá introjetar uma lei que a protege, ou seja, saberá o que é bom e o que é mau, o que pode e o que não pode. Aprenderá que o amor é conquistado e, para isso, cada um tem que fazer a sua parte. Ela se enxergará e também a existência e importância do outro, condições essenciais para se estabelecer relações saudáveis”.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

O limite do que é saudável



Até que ponto brigar, se desentender em família, é normal? Conforme ressaltam os terapeutas, tudo que é extremado não é saudável. Então, o ideal é tentar conduzir a resolução das questões com respeito, percebendo o que é nosso e o que é do outro, sem projetar os próprios problemas no cônjuge, nos pais, nos filhos. “A projeção é um mecanismo de defesa psíquica. Por meio dela, levamos para fora o que é ruim em nós, geralmente acusando o outro de características e sentimentos que na verdade são nossos”, explica a psicanalista.

Para a boa convivência, é essencial que cada um perceba seus pontos positivos e negativos, assumindo sua parte e deixando que o diálogo se estabeleça. “Sem conversa, não se resolve nada. A linguagem é a melhor forma de comunicação, e é por aí que temos de trabalhar as dificuldades.”

De fato, os conflitos são necessários para que se chegue a um consenso. Marília Castello Branco observa que há famílias com mais diferenças entre os membros, o que faz com que as adversidades e os impasses sejam mais explícitos. A questão é que nem todas as pessoas são capazes de voltar atrás, reconhecer seus erros, batalhar para mudar interna e externamente. “Fazer de conta que os problemas não existem, deixá-los de lado, pode ser prejudicial, pois podem surgir mais fortes no futuro. Há histórias que se prolongam durante anos, às vezes por gerações, sem serem resolvidas.”

Ela lista as características e habilidades que todos devem desenvolver para melhorar a convivência: tolerância, paciência, empatia e capacidade de se colocar no lugar do outro. “Na outra extremidade, prejudicam a intolerância, o egocentrismo, ser excessivamente controlador e não ter consideração com as necessidades alheias.”

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Niver das minhas princesas 2010


Yasmin de princesa Jasmine




Ysabella de princesa Ariel


Minhas princesinhas (Yasmin e Ysabella)





Yasmin de princesa Aurora 




Ysabella de princesa Branca de Neve 


Minhas princesinhas com a mamãe na hora do parabéns
Yasmin estava fazendo 5 anos e Ysabella estava fazendo 2 anos


A família completa e feliz 


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Família



São infinitas as formas de ser família. Somente o mundo da publicidade que não percebe isso e insiste em propornos modelos estereotipados e ineficazes, em que a família parece não existir se não for composta por dois jovens e belos pais, tendo respectivamente à direita e à esquerda um menino e uma menina de cabelos cor de trigo maduro e de olhos claros.

Na verdade, a família é tudo menos isso. Esse conjunto perfeito e meloso, essa alegria superficial e enfadonha, vivida em casinhas monofamiliares, com vista para um bem cuidado jardim. Todos, se perguntados a respeito, vão negar imediatamente que a família seja isso, mas no fundo, no fundo, tais imagens deixam sem dúvida nenhuma uma influência dentro de nós.

E, de algum modo, talvez nos sintamos culpados por não poder oferecer a mesma moldura aos nossos filhos que estão aí e para aqueles que ainda não nasceram. Por isso, achamos muito pobres ou estamos demasiadamente empenhados em ganhar sempre mais, nos achamos muito feios e cansados, e sempre despreparados para a função que a publicidade e os meios de comunicação nos propõem para que sejamos família.

Ano passado celebrou-se o Jubileu da Família. A praça de São Pedro estava lotada de famílias. De todas as cores, de todos os tipos. Ricas e pobres, vindas de perto e de longe. Algumas com poucos, outras com muitos, outras ainda sem filhos. E começamos a entender que ser família é uma questão de número, não depende da quantidade de filhos, não depende da cor dos olhos deles, não depende nem da aparência, nem da idade dos pais, nem dos metros quadrados de espaço que se tem à disposição. Conseguir dar um passo Ser família é uma questão que nasce de dentro. Invisível aos olhos como todas as coisas mais bonitas e importantes. 
Ser família é uma questão de acolhida. Antes de tudo. Ser família significa conseguir dar um passo em direção ao outro e ficar juntos, a dois, e sonhar que outros possam um dia também fazer parte deles, dessa esplêndida história que estão vivendo juntos. 
Ser família não quer dizer esperar ser menos felizes antes de pensar num filho, não quer dizer esperar poder comprar a chácara da propaganda, nem esperar o momento bom para pôr filhos no mundo. 

Construir e ser família quer dizer ser acolhedor. Está tudo aqui. Pronto para aceitar os filhos quando chegam com muita confiança e amor; educá-los mesmo que não se possua tudo, mesmo se for necessário dizer-lhes "não", porque não se tem dinheiro, mesmo sem ter imediatamente um quarto todo mobiliado para eles e pintado como uma fábula. Porque não são essas coisas as importantes. Ao contrário, são essas coisas que podem arruinar tudo. Porque esperando, calculando, projetando, adiando, planejando, corremos o risco de nos sentir donos da nossa vida. Como se fôssemos decidir tudo. E, pouco a pouco, nos convencemos disso a tal ponto que se as coisas não caminharem como pensamos e decidimos, desanimamos, não estamos prontos, acabamos largando tudo.

Hoje, antes que a criança nasça, temos necessidade de saber se é sadio. Hoje, quem não é sadio, quem não é perfeito, aquele ao qual falta alguma coisa, parece não ter direito de nascer. Num mundo de perfeitos, quem não o é corre o risco de não ter acesso. E nem percebemos que o índice de normalidade exigido para o nascituro é cada vez mais alto, a ponto que hoje normalidade coincide com perfeição. Ser acolhedores, aqui também significa outra coisa. Significa saber que o filho que está no ventre é destinado exatamente para você. E que a história dele, não por acaso, se entrelaçou com a sua, mas que todo o filho que nasce representa um presente que Deus reservou exatamente para você. Todo filho que nasce, traz consigo uma mensagem personalíssima que chega diretamente do Senhor. A criança que não nasce perfeita é portadora de uma mensagem ainda maior. Talvez será necessária uma vida para conseguir decifrá-la, se farão necessárias lágrimas e sangue, mas não será em vão.

Decisão para toda a vida. E não é nem mesmo preciso ter gerado para ser família. E paradoxalmente, não é preciso nem mesmo ter filhos para ser família. Não podemos, porém, deixar de estar disponíveis. Para os nossos filhos e também para aqueles que chegam em nossas casas para aí ficarem por toda uma vida para ficar somente o suficiente para recarregar as baterias e retomar o vôo.

Por que ser família não significa ter filhos e possuí-los por toda vida. Ser família significa amar e o amor não tem começo nem fim, não fica medindo as coisas. O que se pode pedir é que aprendamos a fazer isso sempre mais e sempre melhor. Porque o amor não é um sentimento espontâneo que jorra do coração sem parar. Como uma fonte que nunca se esgota. Amor é fadiga, é maturidade, é cair e levantar-se. É uma decisão um pacto que se deve cotidianamente pedir ao Senhor que o torne mais forte, mais sólido, maior ainda. E quando teremos aprendido isso, ter filhos próprios, adotá-los e cuidar de outros será somente a lógica conseqüência de uma vida vivida com a marca da acolhida. Nem mesmo uma decisão. Somente uma clara conseqüência. O próprio sim à vida não se dá um dia para depois retomá-lo no dia seguinte, é uma decisão para a toda a vida. Ou melhor, é a própria vida.

terça-feira, 19 de março de 2013

Os primeiros meses de vida da Ysabella

  Um mês de vida

  2 meses de vida

 3 meses de vida

  4 meses de vida

  5 meses de vida

  6 meses de vida

  7 meses de vida


















9 meses de vida

                                                                                                                                                                             

   













10 meses de vida












11 meses de vida 


 









1 ano de vida



Este dia foi muito lindo pois estavamos comemorando 1 aninho de vida da minha princesinha Ysabella...
Foi mágico!!!